quarta-feira, 13 de julho de 2011

Desilusões da Noite

Era noite...
Despertei
Com uma angustia enorme no peito
Sem explicações
Estavam todos dormindo
Dormindo profundamente
O silencio reinava no quarto
E também dentro de mim
Apenas lagrimas rolavam sobre minha face desfalecida
Num pranto sem fim
Meu sangue fervente corria nas minhas veias
(ou não )
No meu coração franzino
Reinava a imperecível cicatriz 
O luar meu escudeiro
A solidão minha protetora
Nos meus pensamentos
Relembro cada instante
Meu olhar cheio do teu.

Deitei-me triste
Amanheceu ...
Nada mudou 
Apenas trégua em meus prantos!

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